- Escolha leituras que tenham ligação direta com o sexo, a idade, o ambiente familiar e o nível sócio econômico da clientela.
- Incentive as crianças diariamente, contando pequenas histórias sem mesmo ter o livro nas mãos.
- Use entonação de voz atraente, sem exageros, faça suspense, faça drama, se emocione, expresse sua opinião sobre o tema e dê oportunidade para que a criança também apresente sua opinião.
- Enriquecer a narração com ruídos (onomatopéias) como miau! Au! Au!
- Movimente o corpo (olhos, mãos e braços), mas sem exageros.
- Evite cacoetes como: aí... Então... Entenderam... Não é
- Crie a “hora da história”. Na escola, um bom horário é após o recreio para acalmar a turma; em casa pode ser à noite, antes de dormir;
- Determine um dia ou horário para cada aluno ler ou contar uma história. Não force ninguém.
- Em casa, estimule a criança a recontar a história que ouviu; compre livros, dê livros de presente em aniversários, natal e outras festividades;
- Sempre que possível sente-se no nível das crianças.
- Explique quando necessário, o significado das palavras novas.
- Preserve a atenção das crianças no local em que a história está sendo contada. (muito barulho, pessoas estranhas interrompendo, etc.).
UFOP - Universidade Federal de Ouro Preto. Acadêmicos:Maria Inêz, Géssica Silva, Rita, Sebastião
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Destacamos orientações básicas para futuros contadores de histórias:
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